O Que É Margem de Segurança? Como Calcular?

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QUESTÃO CERTA: Os dados a seguir são relativos a uma empresa que fabrica carros elétricos.

• preço de venda: R$ 50.000/unidade

• custos e despesas variáveis: R$ 40.000/unidade

• custos e despesas fixas: R$ 1.000.000 por período.

A empresa operou, no período X1, com um volume de vendas de 120 unidades e, no período X2, com 150 unidades. A partir das informações do texto 2A4-I, assinale a opção correta, com relação a margem de segurança: No nível de 120 unidades vendidas, a margem de segurança é superior a 15% e inferior a 20%.

A fórmula da Margem de Segurança é (Quantidade Vendida – Ponto de Equilíbrio) /Quantidade Vendida

MS = (QV – PE) /QV

PE = 1.000.000/10.000 = 100

MS = (120 – 100) /120 > MS = 20/120 = 0,1666… ou 16,66%

Você só considera a MS em relação ao ponto de equilíbrio se a questão pedir, nesse caso seria:

MS = (120 – 100) /100 = 0,2 ou 20%

QUESTÃO CERTA: A tabela seguinte ilustra, com valores em reais, a estrutura de custos, despesas e preços de uma empresa que produz um único produto. Em determinado período, a empresa produziu 20.000 unidades do produto e vendeu 18.000 unidades, não havendo estoques finais de produtos em processo nem estoques iniciais de qualquer espécie. Considerando a tabela e as informações anteriormente apresentadas, julgue o próximo item. A margem de segurança da empresa foi superior a 30%.

Margem de Contribuição (MC) = Preço de Venda – Custo Variável – Despesa Variável = 24 – 12 – 2 = 10

Ponto de Equilíbrio (PE) = (Custo Fixo + Despesa Fixa) / MC = (80000 + 40000) / 10 = 12000 unidades

Margem de Segurança = (Venda Atual – PE)/ Venda Atual = (18000 -12000)/ 18000 = 33 %

QUESTÃO CERTA: Os dados a seguir foram extraídos da contabilidade gerencial de uma empresa:

custos e despesas fixas totais: R$ 300.000;

custos e despesas variáveis unitárias: R$ 45;

preço de venda: R$ 60;

faturamento no mês mais recente: R$ 1.290.000.

A partir dessas informações, é correto afirmar que, no mês considerado, a margem de segurança da empresa: ficou entre 1.000 unidades e 2.000 unidades.

A margem de Segurança é a quantidade vendida acima do meu ponto de equilíbrio. Assim com os dados temos:

MC = PV – CDV

MC = 60 – 45

MC = 15

PEC = CDF / MC

PEC = 300.000 / 15

PEC = 20.000

Qtd vendida = Faturamento / PV

Qtd vendida = 1.290.000 / 60

Qtd vendida = 21.500

Margem de segurança = Qtd vendida – Qtd no PEC

Margem de segurança = 21.500 – 20.000

Margem de segurança = 1.500

QUESTÃO CERTA: Uma empresa produz e vende um único tipo de produto ao preço unitário de R$ 20. Os custos e as despesas variáveis desse produto somam R$ 8 por cada unidade produzida. Considerando-se que os custos e as despesas fixos da empresa totalizam R$ 12.000 e que a quantidade atualmente vendida do produto é 1.500 unidades, a margem de segurança dessa empresa, em termos de quantidade e valor, é, respectivamente: 500 unidades e R$ 10.000.

margem de segurança á a quantidade vendida acima do ponto de equilíbrio. Ou seja, é a quantidade ou o percentual que as vendas poderiam cair sem que a empresa tivesse prejuízo.

Assim, vamos calcular o ponto de equilíbrio:

Ponto de Equilíbrio = Custos fixos/Margem de contribuição unitária

Margem de Contribuição Unitária = preço de venda – Custo variável

MC unitária = 20 – 8 = 12

Ponto de Equilíbrio = $ 12.000/12 = 1.000 unidades

Margem de Segurança = Quantidade vendida – ponto de equilíbrio

Margem de segurança = 1.500 – 1.000 = 500 unidades

500 x 20 = R$ 10.000,00.

QUESTÃO CERTA: Considere que uma empresa tenha obtido receita de vendas de R$ 200 mil ao vender 10 mil unidades de seu único produto, obtendo lucro operacional líquido de R$ 40 mil, antes de dedução do IR. Considere, ainda, que a empresa possua custos e despesas fixas de R$ 80 mil. Com base nessas informações, julgue o próximo item. A empresa acima referida possui margem de segurança inferior a 3.500 unidades no momento dado.

1 – Se foram vendidas 10.000 unidades ao preço total de R$ 200.000, significa que o valor unitário é de R$ 20.

2 – DR com os dados apresentados e preenchendo as lacunas:

RV    R$ 200.000

CMV (R$ 80.000)

LOB  R$ 120.000 – MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

DF   (R$ 80.000)

LOL R$ 40.000

Observação para o cálculo do CMV:

Receita bruta – custos e despesas variáveis – Custos e despesas fixas = lucro

200.000 – X – 80.000 = 40.000

-X = 40.000 -200.000 + 80.000

-X = -80.000

X = 80.000

3 – Margem de contribuição unitária:

R$ 120.000 /  10.000 = R$ 12

4 – Ponto de equilíbrio: 

PE = Despesas fixas / MC

PE = R$ 80.000/ R$ 12 = 6.667 (arredondado)

5 – MARGEM DE SEGURANÇA

MS = quantidade vendida – quantidade do ponto de equilíbrio

MS = 10.000 – 6.667 = 3.333 UNIDADES

O Que É Modelo Entidade-Relacionamento (MER)?

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RETÂNGULO: Entidade;

ELIPSE: Atributo;

LOSANGO: Relacionamento.

Características do Modelo Entidade Relacionamento (MER):

  • Foi desenvolvido para facilitar o projeto lógico do BD;
  • Permite a representação da estrutura lógica global do BD;
  • É um dos modelos de dados com maior capacidade semântica;
  • Representa um problema como um conjunto de entidades e relacionamentos entre estas entidades;

→ Diagrama de Entidades-Relacionamentos (DER): Figura acima.

O Modelo Entidade Relacionamento (também chamado Modelo ER, ou simplesmente MER), como o nome sugere, é um modelo conceitual utilizado na Engenharia de Software para descrever os objetos (entidades) envolvidos em um domínio de negócios, com suas características (atributos) e como elas se relacionam entre si (relacionamentos).

Enquanto o MER é um modelo conceitual, o Diagrama Entidade Relacionamento (Diagrama ER ou ainda DER) é a sua representação gráfica e principal ferramenta. Em situações práticas, o diagrama é tido muitas vezes como sinônimo de modelo, uma vez que sem uma forma de visualizar as informações, o modelo pode ficar abstrato demais para auxiliar no desenvolvimento do sistema. Dessa forma, quando se está modelando um domínio, o mais comum é já criar sua representação gráfica, seguindo algumas regras.

FCC (2012):

QUESTÃO CERTA: No processo de desenvolvimento de um banco de dados, o Diagrama de Entidade e Relacionamento (DER): é utilizado na modelagem conceitual para representar os objetos de dados através de entidades, atributos e relacionamentos entre as entidades, definindo as possíveis cardinalidades.

Diagrama entidade relacionamento é um modelo diagramático que descreve o modelo de dados de um sistema com alto nível de abstração. Ele é a principal representação gráfica do Modelo de Entidades e Relacionamentos. É usado para representar o modelo conceitual do negócio.

FCC (2012):

QUESTÃO CERTA: No modelo entidade-relacionamento: uma chave é um conjunto de atributos cujos valores identificam uma entidade de maneira única.

Correta. Uma entidade pode ser identificada por um conjunto de um ou mais atributos.

FGV (2010):

QUESTÃO CERTA: sobre o modelo de entidade-relacionamento, assinale a alternativa correta: Uma entidade é um objeto no mundo real que pode ser identificada de forma unívoca em relação a todos os outros objetos.

COPESE-UFT (2012):

QUESTÃO CERTA: Entidade é um agrupamento lógico de informações inter-relacionadas necessárias para a execução das atividades do sistema.

Sobre a entidade:

  • Qualquer “coisa” do mundo real envolvida no problema;
  • Possui existência independente;
  • Pode ser um objeto com: existência física: uma pessoa, um carro;
  • Existência conceitual: uma companhia, um emprego, um curso, etc.
  • Descrita por propriedades particulares: atributos.

FGV (2010):

QUESTÃO ERRADA: Define-se por “conjunto de entidades”, entidades de tipos diferentes com propriedades diferentes.

Conjunto de entidades é o grupo de entidades do mesmo tipo.

CEBRASPE (2018):

QUESTÃO CERTA: No modelo entidade-relacionamento, as propriedades particulares que descrevem uma entidade são denominadas: atributos.

O start da modelagem se dá a partir das ENTIDADES. Uma entidade é uma representação de um conjunto de informações sobre determinado conceito do sistema. Toda entidade possui ATRIBUTOS, que são as informações que referenciam a entidade.

Para exemplificar no sistema de controle de Biblioteca, partimos do conceito principal que é o empréstimo de obras por usuários da biblioteca.

Os atributos caracterizam uma entidade ou um relacionamento.

Exemplo:

Tipo-entidade: cliente

Atributos: nome_cliente

endereço_cliente

data_nascimento

Domínio de um atributo:

  • Conjunto de valores possíveis para o atributo;
  • Pode assumir valor nulo (i.e., null);
  • Exemplos: nome_cliente: varchar(50)

data_nascimento: date

COPESE -UFT (2012):

QUESTÃO CERTA: Atributos são as informações básicas que qualificam uma entidade e descrevem seus elementos ou características.

CEBRASPE (2016):

QUESTÃO CERTA: Na modelagem de dados, o elemento que descreve as propriedades ou características em entidades e relacionamentos denomina-se: atributo.

CEBRASPE (2016):

QUESTÃO CERTA: Acerca do modelo entidade-relacionamento estendido, assinale a opção correta: Uma restrição de disjunção pode ser aplicada a uma especialização, na qual deve ser especificado que as subclasses da especialização devem ser mutuamente exclusivas.

Conceitos presentes no modelo entidade-relacionamento estendido:

– Subclasse, superclasse, hierarquia de herança

– Generalização, especialização E restrições

– Agregação

As restrições podem ser de disjunção (disjoint, overlap) ou de completude (total, parcial)

Restrição de Disjunção

Subclasses mutuamente exclusivas (disjunção)

– Uma entidade de uma superclasse deve ser membro, quando muito, de apenas uma única subclasse;

Subclasses que se sobrepõem (sobreposição)

– Uma entidade de uma superclasse pode ser membro de mais do que uma subclasse.

INSTITUTO AOCP (2015):

QUESTÃO CERTA: Propriedades podem ser atribuídas a entidades através do conceito de generalização/especialização, o que possibilita atribuir propriedades particulares a um subconjunto das ocorrências (especializadas) de uma entidade genérica (generalizada).

CESGRANRIO (2010):

QUESTÃO CERTA: O Modelo Entidade-Relacionamento-Atributo (MER) é baseado na percepção do mundo real, consistindo num conjunto de objetos básicos, chamados entidades, e nos relacionamentos entre esses objetos.  Com relação ao exposto, afirma-se que: a agregação é uma abstração através da qual relacionamentos são tratados como entidades de nível superior.

AGREGAÇÃO (SURGIU POSTERIORMENTE NO MER EXTENDIDO)

Uma limitação do modelo E- R é que não é possível expressar relacionamentos entre relacionamentos. Agregação é uma abstração através da qual relacionamentos são tratados como entidades de nível superior.

FCC (2015):

QUESTÃO CERTA: Um técnico desenvolveu um pequeno Modelo Entidade-Relacionamento mostrando uma relação um-para-muitos entre duas entidades. Nesse tipo de relação: a chave primária do lado “um” deverá ser chave estrangeira do lado “muitos”.

Certo! Essa é a melhor abordagem em um relacionamento 1: N.

CEBRASPE (2014):

QUESTÃO ERRADO: Em um modelo-entidade relacionamento, relacionamentos muitos para muitos com atributos específicos devem ser implementados como registros independentes das entidades que participam do relacionamento.

A questão falou que quando tem relacionamento (aquela coisa relaciona 2 atributos com formato de losango) as informações são geradas independentes, errado pois o relacionamento só existe devido das tabelas associadas.

ESCRITOR (N,M)——-<<POSSUI>> ——(N,M)LIVROS

No exemplo que coloco acima, o relacionamento “POSSUI” depende de ESCRITOR e LIVROS para existir. Foi isso que a questão falou de forma errada.  

CEBRASPE (2010):

QUESTÃO CERTA: O modelo entidade relacionamento pode ser utilizado para modelar conceitualmente um banco de dados, independentemente do SGBD usado para sua implementação. Essa recomendação, no entanto, se torna cada vez menos eficaz na medida em que se faz necessário realizar a evolução, manutenção, adaptação, aperfeiçoamento, ou integração com sistemas existentes.

MER é livre de SGBD (Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) ou tecnologia. Assim que tecnologia, estruturas de armazenamento e integração com outros sistemas são necessárias, o modelo conceitual deve evoluir para modelo lógico e físico.

CEBRASPE (2015):

QUESTÃO ERRADA: O relacionamento no modelo entidade-relacionamento é uma associação intuitiva entre entidades, cujo número de entidades envolvidas é conhecido como hierarquia.

No modelo relacional o grau de uma relação é o número de ATRIBUTOS dessa relação. Já no modelo ER, o conceito de grau refere-se ao número de ENTIDADES que participam de um relacionamento (unário [auto-relacionamento ou relacionamento recursivo], binário, ternário, n-ário).

A questão fala em relacionamento. Os relacionamentos podem ser: unários, binários ou ternários. Portanto estes seriam os graus do relacionamento. A hierarquia se refere ao relacionamento de generalização/especialização. O número de entidades envolvidas no modelo E-R é conhecido como grau da relação.

CEBRASPE (2014):

QUESTÃO ERRADA: São empregados no projeto de aplicações de um banco de dados o modelo entidade-relacionamento (MER), que é um modelo representacional, e suas variações.

Para responder com mais facilidade essa questão, devemos lembrar os sinônimos utilizados para os três níveis de modelagem de Dados:

Modelo de Dados Conceitual ou Alto Nível: MODELO ENTIDADE RELACIONAMENTO

Modelo de Dados Logico ou REPRESENTACIONAL ou Implementação: Modelo Relacional

Modelo de Dados Físico ou Baixo Nível: Modelo Unificador

Com isso ficava fácil observar que o Modelo Entidade Relacionamento e utilizado no nível Conceitual e não no nível Representacional conforme a assertiva indica.

CEBRASPE (2013):

QUESTÃO ERRADA: Em um modelo ER, as entidades e os atributos representam a parte abstrata, e os relacionamentos, a parte física.

No MER, as entidades são divididas em Físicas e Lógicas.

As entidades físicas são as representações que existem no mundo real;

As entidades lógicas não existem no mundo real, são conceitos. Exemplo: a representação da entidade VENDA num MER.

A questão leva ao entendimento que as entidades representam apenas a parte abstrata, quando não é verdade.

A questão está errada porque restringiu os conceitos de abstrato e físico, imagine o relacionamento EMPREGADO—> DEPENDENTE, um empregado pode possuir ou não um dependente, mas se possui um DEPENDENTE ele será real, pois é um filho é não um “tamagochi” ou “app poo”.

Quadrix (2011):

QUESTÃO ERRADA: Sobre a modelagem de dados utilizando o modelo Entidade- Relacionamento, é incorreto afirmar que: a razão de cardinalidade para um relacionamento binário especifica o número de entidades que participa do relacionamento.

A questão trocou a classificação dos relacionamentos.

A classificação da alternativa se refere quanto ao grau e não quanto a razão de cardinalidade. Veja os conceitos abaixo:

Os relacionamentos podem ser classificados das seguintes formas:

Quanto ao Grau: é o número de entidades que participam desse relacionamento.

Quanto a Razão de cardinalidade para um relacionamento binário: especifica o número máximo de instâncias de relacionamento em que uma entidade pode participar. Pode ser: 1:1, 1:N, N:1 e M:N.

CEBRASPE (2015):

QUESTÃO CERTA: Uma vez que os valores de atributos na modelagem entidade-relacionamento podem ser alterados ao longo do tempo, relacionamentos também podem ser modificados, podendo ser necessário, nesse caso, que o banco de dados mantenha um registro histórico das alterações. Durante a modelagem, relacionamentos que originalmente consideram apenas o estado atual do banco de dados e que possuem cardinalidade 1:1 ou 1: n podem ser transformados em relacionamentos com cardinalidade n: n, considerando assim o histórico das alterações do relacionamento.

Para exemplificar, consideramos o relacionamento ALOCAÇÃO. Este relacionamento possui cardinalidade 1:1, ou seja, cada empregado está alocado a no máximo uma mesa e cada mesa tem a ela alocado no máximo um empregado. Este modelo está correto caso deseje-se armazenar no banco de dados apenas a alocação atual de cada mesa.

Entretanto, caso deseje-se armazenar também a história das alocações, isto é, que empregados estiveram alocados a que mesas ao longo do tempo, é necessário modificar o modelo.

relacionamento passa a ter cardinalidade n:n, já que, ao longo do tempo um empregado pode ter sido alocado a diversas mesas e uma mesa pode ter tido a ela alocados muitos empregados.

QUESTÃO ERRADA:

Situação hipotética: Ao analisar o modelo ER em questão, Paulo verificou que há duas chaves identificadas com o mesmo nome: código — em tipo de produto e em produto. Paulo sabe que o conceito de chaves é básico para estabelecer relações entre linhas de tabelas de um banco de dados relacional e que as chaves primárias devem ser únicas. Assertiva: Nessa situação, Paulo deve invalidar o modelo ER em questão, pois ele está semanticamente errado, já que não pode haver chaves primárias com nomes iguais, ainda que em entidades distintas.

(cod) –> chave primária da entidade produto

(cod) –> chave estrangeira da entidade tipo de produto, que é chave primária da entidade produto.

CEBRASPE (2018):

QUESTÃO ERRADA: Considerando o modelo entidade-relacionamento (ER) precedente, julgue o seguinte item, relativo a banco de dados. Considerando-se apenas o diagrama apresentado, infere-se que, na aplicação das regras para a transformação do modelo ER em um modelo relacional, é necessário realizar a fusão das tabelas referentes às entidades envolvidas no relacionamento.

Errado, é exatamente para isso que existe a chave estrangeira, para ligar 2 tabelas distintas que precisam uma da outra, que é o caso em questão. A fusão seria numa relação (1,1) (1,1). Na relação 1 para N basta criar uma chave estrangeira na tabela N.

CEBRASPE (2018):

QUESTÃO ERRADA: Conforme o modelo ER em questão, um tipo de produto pode estar associado a somente 1 produto e cada produto possui um preço e uma descrição.

A cardinalidade deve ser lida ao contrário. De tal forma, para o diagrama da questão, deve ser feita a seguinte leitura:

Um produto pode estar associado a um tipo de produto.

Um tipo de produto pode estar associado a N produtos.

Logo, gabarito ERRADO.

Uma forma de ver a questão é a seguinte: 1 alimento somente pode ter um tipo de classificação (fruta, verdura, carne…), por outro lado, um tipo de classificação pode estar associado a vários alimentos Ex: fruta (abacaxi, banana, morango…).

CEBRASPE (2021):

QUESTÃO CERTA: Os relacionamentos entre os elementos de um sistema podem ser expressos por meio de diagramas como o modelo entidade-relacionamento (MER), que permite organizar o sistema de banco de dados em entidades, atributos, relacionamentos e associações.

Exemplos de Contas de Natureza Devedora e Natureza Devedora

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QUESTÃO CERTA: A tabela anterior apresenta os saldos relativos às contas patrimoniais destinadas ao levantamento de balancete de encerramento de uma empresa hipotética, faltando registrar o resultado apurado no encerramento desse exercício social. A partir dessas informações, julgue o item a seguir. O número de contas com saldo credor supera o número de contas com saldo devedor.

CAIXA – 1000 (DEVEDOR) – AC

CLIENTES 3000 (DEVEDOR) – AC

PRÊMIO DE SEGUROS A VENCER CP 100 (DEVEDOR) – AC

PERDA ESTIMADA ESTOQUES 200 (CREDOR) – AC

PCLD 90 (CREDOR) – AC

ESTOQUES PARA REVENDA 4000 (DEVEDOR) – AC

EMPRÉSTIMOS A PESSOAS LIGADAS 500 (DEVEDOR) – ANC

IMÓVEIS PARA INVESTIMENTO 5000 (DEVEDOR) – ANC

IMOBILIZAÇÕES DE USO 10000 (DEVEDOR) – ANC

DEPRECIAÇÃO ACUMULADA 1000 (CREDOR) – ANC

DUPLICATAS DESCONTADAS 1000 (CREDOR) – PC

JUROS PASSIVOS A TRANSCORRER 100 (DEVEDOR) – PC

FORNECEDORES 3000 (CREDOR) – PC

SALÁRIOS E ENCARGOS A PAGAR 2000 (CREDOR) – PC

EMPRÉSTIMOS A VENCER CP 1000 (CREDOR) – PC

FINANCIAMENTOS A VENCER LP 5000 (CREDOR) – PNC

REFINANCIAMENTO DE TRIBUTOS 300 (CREDOR) – PNC

AÇÕES EM TESOURARIA 190 (DEVEDOR) – PL

AAP 100 (DEVEDOR) – PL

CAPITAL SOCIAL 10000 (CREDOR) – PL

RESERVAS DE CAPITAL 300 (CREDOR) – PL

RESERVAS DE LUCROS 300 (CREDOR) – PL

CONTAS CREDORAS 12

CONTAS DEVEDORAS 10

QUESTÃO ERRADA: Julgue o item subsequente, relativo à seguinte conta: caixa; reservas de lucros; fornecedores; aplicações financeiras; duplicatas a receber; encargos financeiros a transcorrer; duplicatas descontadas; imobilizado; capital social; estoques; impostos e contribuições a recolher; empréstimos e financiamentos; receitas financeiras a transcorrer. No rol de contas em questão, o número de contas de natureza devedora é maior que o das de natureza credora.

Organizando as contas: Natureza Devedora ==> 6

Caixa; aplicações financeiras; duplicatas a receber; encargos financeiros a transcorrer (retificadora de passivo); imobilizado; estoques;

Natureza Credora ==> 7 reservas de lucros; fornecedores; duplicatas descontadas; capital social; impostos e contribuições a recolher; empréstimos e financiamentos; receitas financeiras a transcorrer.

NATUREZA DEVEDORA

Caixa;

Aplicações financeiras;

Duplicatas a receber;

Encargos financeiros a transcorrer – é conta retificadora de passivo, que ajusta o valor do passivo ao passo em que incorrem os juros pelo regime de competência;

Imobilizado;

Estoques;

NATUREZA CREDORA

Reservas de lucros;

Fornecedores;

Duplicatas descontadas;

Capital social;

Impostos e contribuições a recolher;

Empréstimos e financiamentos;

Receitas financeiras a transcorrer. – São receitas recebidas antecipadamente, como por exemplo, adiantamento de pagamento de serviço a ser executado no futuro. Portanto, é uma receita QUE AINDA NÃO INCORREU (regime de competência).

QUESTÃO CERTA: No último balancete de encerramento de determinado exercício, uma empresa apresentou rol de contas patrimoniais e de resultados, com os respectivos saldos em milhares de reais, conforme mostrado na tabela precedente. No rol de contas apresentado no texto 3A3AAA, há: doze contas de natureza credora.

BALANCETE DE VERIFICAÇÃO

Contas Classificação Natureza da conta

Imóveis Ativo Imobilizado Devedora

Caixa e equivalentes Ativo Circulante Devedora

Créditos contra clientes Ativo Circulante Devedora

Duplicatas descontadas Passivo Circulante Credora

Capital social Patrimônio Líquido Credora

Estoques para revenda Ativo Circulante Devedora

Prêmios de seguros a apropriar Ativo Circulante Devedora

Investimentos em coligadas Ativo Investimentos Devedora

Empréstimos e financiamentos de longo prazo a pagar Passivo Não Circulante Credora

Móveis e instalações Ativo Imobilizado Devedora

Reserva estatutária Patrimônio Líquido Credora

Ações em tesouraria Retificadora do PL Devedora

Receita líquida de venda Receita Credora

Custo das mercadorias vendidas Despesa Devedora

Imposto de renda e contribuição sobre o lucro líquido¹ Passivo Circulante Credora

Fornecedores Passivo Circulante Credora

Salários e encargos a pagar Passivo Circulante Credora

Despesas gerais Despesa Devedora

Despesas financeiras Despesa Devedora

Seguros a pagar Passivo Circulante Credora

Resultado positivo de equivalência patrimonial Receita Credora

Outros valores a pagar Passivo Circulante Credora

Reserva legal Patrimônio Líquido Credora

Marcas e patentes Ativo Intangível Devedora

QUESTÃO CERTA: De acordo com o enunciado, assinale a alternativa correta. Para contabilizar a reavaliação do Ativo Imobilizado e do Intangível, o lançamento contábil será:

DEBITE: Conta do Ativo Intangível.

CREDITE: Reserva de Reavaliação – Ativo Intangível.

Registro da reversão de reavaliação, positiva, de Ativo Imobilizado

Não precisa saber nome de conta, basta saber que:

Uma reavaliação positiva aumenta o valor de uma conta patrimonial e aumenta positivamente o resultado;

Uma reavaliação negativa diminui o valor de uma conta patrimonial e diminui negativamente o resultado;

Para controle:

Contas devedoras aumentam a débito e diminuem a crédito: Ativo e receita.

Contas credoras aumentam a crédito e diminuem a débito: Passivo, PL e Despesa.

Só um adendo:

Despesa é conta devedora e Receita é conta credora.

Estrutura Organizacional – O Que É a Estrutura Linear?

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Linear: é a mais simples estrutura, podendo ser chamada de piramidal, com forte centralização das decisões. Toda comunicação passa pelo chefe, ou seja, delimitação nítida de responsabilidades. Autoridade única.

QUESTÃO ERRADA: Uma das vantagens da organização linear são as comunicações indiretas.

QUESTÃO ERRADA: Na estrutura organizacional funcional, cada dirigente tem controle absoluto sobre seus subordinados e cada subordinado responde perante uma única chefia.

Princípio da autoridade única/ unidade de comando———-> ESTRUTURA LINEAR ” Na estrutura linear, a autoridade está centralizada em apenas um cargo. Dessa forma, o superior tem autoridade única sobre seus funcionários e não a reparte. Essas estruturas adaptam-se melhor a ambientes mais estáveis.”

QUESTÃO CERTA: Forma estrutural baseada em linhas diretas e únicas de autoridade e de responsabilidade. É uma organização simples e de conformação piramidal, em que cada chefe recebe e transmite tudo o que se passa na sua área, uma vez que as linhas de comunicação são rigidamente estabelecidas. Podem ser citadas como características desse tipo de organização o comando único e a centralização de decisões. Tal conceito refere-se a que tipo de organização? Linear.

QUESTÃO CERTA: As estruturas lineares podem ser representadas por pirâmides, conforme modelos tradicionais de organização.

QUESTAO CERTA: A organização linear tem como desvantagem o fato de a autoridade funcional ser baseada em comando único e direto.

QUESTÃO ERRADA: Quando a estrutura organizacional tem uma linha ininterrupta de autoridade que liga todas as pessoas em uma organização e mostra quem se reporta a quem, tem-se um exemplo de organograma funcional.

Esta é a estrutura organizacional mais antiga que existe. Ela tem o nome “linear” porque é extremamente verticalizada: começa com alguém da alta administração da organização e vai descendo para níveis mais baixos com apenas um “setor”.

As estruturas lineares, muitas vezes, tomam a forma piramidal (de pirâmide!), pois começam por um chefe, tendo, em média, dois subordinados, e cada um desses dois com mais dois subordinados, em média, e assim por diante.

As principais características deste tipo de estrutura são a hierarquia e a unidade de comando.

O exemplo clássico de organização linear é o exército. O exército é uma organização como qualquer outra, e o poder de decisão sobre tudo depende do alto escalão. O mesmo acontece com a igreja. Na igreja Católica, por exemplo, há unidades de comando bem definidas, começando pelo Papa, seguido pelos cardeais, patriarcas, arcebispos, bispos, padres e diáconos.

QUESTÃO CERTA: A autoridade linear é uma decorrência do princípio da unidade de comando.

QUESTÃO ERRADA: A organização estruturada de forma simples e centralizada em torno de uma autoridade máxima adota estrutura funcional.

Errada. É uma das características da estrutura linear.

QUESTÃO CERTA: Chefias generalistas, estabilidade e constância nas relações são características próprias da estrutura organizacional linear.

Uma das vantagens da estrutura linear é a estabilidade e constância nas relações, em virtude da centralização do controle e da rígida disciplina que é proporcionada pela unidade de comando.

Uma das desvantagens apontadas pela doutrina é que esse tipo de estrutura faz do chefe um generalista, pois como tem que cuidar de todos os aspectos afetos a sua área, não é dada a ele a oportunidade de se especializar em determinado assunto.

QUESTÃO CERTA: A organização linear tem, sobre as demais, como: vantagem e, muitas vezes desvantagem, a estabilidade.

QUESTÃO CERTA: As desvantagens da organização linear incluem a estabilidade e a constância das relações formais.

QUESTÃO ERRADA: Organizações horizontais e não burocráticas se utilizam, mais comumente, de uma estrutura linear, basicamente caracterizada por flexibilidade estrutural, favorecimento do trabalho em equipes de cooperação e descentralização de autoridade/responsabilidade.

Estrutura linear não existe descentralização da autoridade!

QUESTÃO CERTA: A organização que possui uma estrutura organizacional em que a autoridade é única e centralizada, com aspecto piramidal, pode ser descrita como uma estrutura linear.

QUESTÃO ERRADA: Entre as estruturas organizacionais, a mais usual e clássica é a linear, e se aplica muito bem em organismos pequenos ou mesmo muito grandes.

Organização Linear

O tipo linear constitui a forma mais antiga e simples de organização. O termo “organização linear” denota a existência de linhas diretas e únicas de autoridade e responsabilidade entre superiores e subordinados. Em virtude dessas características, possui formato piramidal.

Na organização do tipo linear, as linhas de comunicação são rigidamente estabelecidas. É uma forma de organização típica de pequenas empresas ou de empresas em estágios iniciais. 

A organização do tipo linear aplica-se nos seguintes casos:

Em empresas pequenas, que não demandem especialização por tarefas técnicas, e em empresas em seu estágio inicial de funcionamento.

Em empresas cujas tarefas são padronizadas, rotineiras e com pouca previsão de mudanças, já que a estrutura, como vimos, é estável.

Quando a empresa prioriza a rapidez na execução, em detrimento da qualidade do trabalho.

Quando a organização opta por consultorias externas, em vez de criar órgãos internos de assessoria. 

Características:

Autoridade linear ou única: decorrente do princípio da unidade de comando (típica das organizações militares), a autoridade única constitui a principal característica desse tipo de organização. A autoridade do superior sobre seus subordinados é única e absoluta.

Linhas formais de comunicação: as comunicações são feitas unicamente por intermédio das linhas existentes no organograma. Existem, em regra, somente dois canais de comunicação. O primeiro é orientado para cima e o segundo é orientado para baixo.

Centralização de decisões: a autoridade linear que comanda toda a organização centraliza-se no topo do organograma e os canais de responsabilidade são conduzidos até́ ele, de forma convergente, por meio dos níveis hierárquicos.

Aspecto piramidal: à medida que se sobe na escala hierárquica, diminui o número de cargos ou órgãos. Dessa forma, a organização linear possui formato que lembra uma pirâmide.

QUESTÃO ERRADA: Uma empresa pública em processo de reestruturação elaborou um documento contendo um desenho gráfico que mostra a disposição de cada integrante da empresa e sua vinculação a uma área específica. Nesse documento, ficou evidente que a autoridade é funcional e fundamentada em projetos e também que existe uma integração entre as diversas áreas funcionais. Acerca dessa situação e à luz dos fundamentos, escolas e metodologias de estruturas organizacionais, julgue os itens a seguir. Sabendo-se que, antes da reestruturação, a empresa em apreço possuía uma estrutura organizacional em que a autoridade era única e centralizada, com aspecto piramidal, pode-se afirmar que, naquela situação, tratava-se de uma estrutura funcional.

O aspecto piramidal (de pirâmide) é característica da estrutura linear. A estrutura funcional, em comparação com a linear, é mais horizontalizada. A linear começa com uma única autoridade, com um próximo nível inferior pouco maior (em geral, com duas autoridades). O próximo nível tem em média mais dois subordinados, e assim por diante.

QUESTÃO CERTA: Nas estruturas organizacionais que reproduzem a forma de uma pirâmide, qual é a maneira pela qual o trabalho se manifesta? Dividido em funções bem definidas e segundo as especialidades.

QUESTÃO CERTA: Um tribunal que almeje uma nova estrutura organizacional de aplicação simplificada, sentido claro nas tarefas e cargos, e decisões aceleradas poderá optar por uma estrutura linear.

QUESTÃO CERTA: Entre as desvantagens da organização linear, é possível citar a estabilidade e a constância das relações formais.

VANTAGENS:

_Estrutura simples e de fácil compreensão;

_Clara delimitação das responsabilidades;

_Facilidade de implantação;

_É bastante estável;

_É o tipo de organização indicada para pequenas empresas.

DESVANTAGENS:

_ESTABILIDADE E CONSTÂNCIA DAS RELAÇÕES FORMAIS;

_Autoridade linear baseada no comando único e direto;

_Exagera a função de chefia e de comando;

_A unidade de comando toma o chefe um generalista;

_A medida que a empresa cresce, maior congestionamento na linha formal de comunicação;

_As comunicações, por serem lineares, tornam-se demoradas.

CARACTERÍSTICAS:

_Autoridade linear ou única;

_Linhas formais de comunicação;

_Centralização das decisões;

_Formato piramidal.

Estrutura linear: decisão (rápida) e processo decisório (lento). A questão não fala do processo decisório, não fala das linhas de comunicação, que são de fato mais lentas nesse modelo; fala de decisões. Sim! A estrutura linear permite sim a decisão acelerada, porque a decisão depende de uma só pessoa. Se a decisão vai estar condizente com a realidade ou não, aí é outra coisa.

QUESTÃO ERRADA: A estrutura organizacional do tipo linear ou em linha apresenta como vantagens a definição clara de responsabilidades, a flexibilidade e a clareza das linhas de comando.

Curva de Transformação (Curva de Possibilidade de Produção)

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A curva (ou fronteira) de possibilidades de produção (CPP) expressa a capacidade máxima de produção da sociedade, supondo pleno emprego dos recursos ou fatores de produção de que se dispõe em dado momento do tempo. Trata-se de um conceito teórico com o qual se ilustra como a escassez de recursos impõe um limite à Capacidade produtiva de uma sociedade, que terá de fazer escolhas entre diferentes alternativas de produção. Devido à escassez de recursos, a produção total de um país tem um limite máximo, uma produção potencial ou produto de pleno emprego, quando todos os recursos disponíveis estão empregados (todos os trabalhadores que querem trabalhar estão empregados, não há capacidade ociosa).

QUESTÃO CERTA: A curva de transformação auxilia na compreensão dos problemas econômicos. É correto afirmar: Quando em pleno emprego e para produzir um bem a mais, precisamos desistir de alguma quantidade de outro bem.

Verdade. A curva de transformação ou fronteira de possibilidades de produção (FPP) mostra a quantidade máxima possível de bens ou serviços que determinada economia pode produzir com os recursos e a tecnologia de que dispõe e dadas as quantidades de outros bens e serviços que também produz.

QUESTÃO CERTA: A fronteira de possibilidades de utilidade corresponde ao conjunto de níveis de utilidade associados a alocações eficientes de Pareto.

Fronteira de possibilidade de produção –  ilustra o nível máximo de utilidade (ou
bem-estar) que pode ser alcançado por um indivíduo (ou um grupo) sendo dados os
níveis de bem-estar alcançados pelos restantes indivíduos (ou outro grupo).

O “ótimo de Pareto” ocorrerá, quando existe uma situação (A) onde ao se sair dela, para que “um ganhe”, pelo menos “um perde”, necessariamente. Desta forma, uma situação econômica é ótima no sentido de Pareto se não for possível melhorar a situação de um agente, sem degradar a situação de qualquer outro agente econômico.

QUESTÃO CERTA: Todos os pontos sobre a fronteira de possibilidades de utilidade são eficientes no sentido de Pareto.

Mankiw:”um resultado é eficiente quando a economia consegue obter o máximo dos escassos recursos disponíveis. Os pontos na fronteira de possibilidades de produção (em vez de dentro dela) representam níveis eficientes.”

Ótimo de Pareto = ocorre naquele caso onde não é possível aumentar o nível de utilidade (satisfação) de uma pessoa sem que isso implique, necessariamente, perda de utilidade de outra pessoa.

Pontos sobre a curva são eficientes, porque mover-se ao longo dela requer que se desista da produção de um bem para se obter mais produção do outro bem. Eficiência de Pareto é o termo utilizado pelos economistas para esta troca que caracteriza a curva de contrato (…).

QUESTÃO CERTA: Define-se curva de possibilidade de produção como uma linha onde todos os pontos revelam as diferentes quantidades de dois produtos que podem ser combinadamente produzidos em dado período de tempo, a partir de determinada quantidade de fatores que a empresa possua.

QUESTÃO CERTA: Em uma curva de possibilidade de produção, a quantidade produzida de bens e serviços é limitada pela disponibilidade de recursos e pela tecnologia dominada pelos trabalhadores.

Todas as questões econômicas fundamentais relacionadas à escolha surgem da escassez de recursos. A escassez decorre das necessidades humanas ilimitadas e, ao mesmo tempo, do fato de os recursos produtivos serem limitados. A CPP é uma ilustração do problema da escassez e da escolha. Tudo que deixamos ou abrimos mão de fazer ao realizar uma escolha é chamado de custo de oportunidade.

QUESTÃO ERRADA: Um ponto abaixo da curva significa a existência de sacrifício para que se desista da produção de um bem em favor de outro.

Um ponto abaixo da curva significa a INEXISTÊNCIA de sacrifício para que se desista da produção de um bem em favor de outro. Ponto abaixo da curva significa existência de recurso ocioso (resultado ineficiente). Não estamos produzindo tudo que poderíamos produzir com os recursos disponíveis.

Para os pontos na curva (como A e B) trata-se de resultado eficiente.

Eficiência produtiva ocorre quando a economia está operando na sua fronteira de possibilidades de produção (FPP). Isso acontece quando a produção de um bem é obtida ao menor custo possível, dadas a produção do (s) outro (s) bem (ns).

QUESTÃO CERTA: Fronteira de possibilidades de produção consiste de uma construção gráfica que mostra a limitação do potencial produtivo de um país na produção de um par de bens ou serviços.

Em economia, a fronteira (ou curva) de possibilidades de produção (FPP), ilustra graficamente a escassez dos fatores de produção e cria um limite para a capacidade produtiva de uma empresa, país ou sociedade. Assim na função supõe-se a produção de apenas dois bens, sabendo que os restantes fatores de produção já são dados. A Função FPP tem a forma de curva e, ao longo desta, é possível estabelecer diferentes pontos máximos de eficiência produtiva e respectivos trade-offs resultantes do aumento/diminuição da produção de um dos bens expostos. Qualquer ponto no seu interior representa ineficiência produtiva, pois não se produz na máxima eficiência possível, estabelecida pela fronteira. Qualquer ponto no seu exterior é impossível como prova a lógica, pois tecnologicamente inalcançável.

QUESTÃO CERTA: A fronteira de possibilidades de produção mostra que Parte superior do formulário

existe uma combinação de bens que podem ser produzidos com uma combinação de trabalho, capital e tecnologia disponível.

QUESTÃO CERTA: Com relação ao dilema econômico entre escassez e escolha, representado pela curva de possibilidade de produção (CPP), e ao equilíbrio de mercado, resultado da interação das curvas de oferta e demanda, julgue o item a seguir. Ao se deslocar um fator de produção de uma atividade produtiva para outra, o custo de oportunidade será crescente, uma vez que, no curto prazo, fatores de produção não são completamente ou facilmente adaptáveis.

No estudo da CPP, aprende-se que o custo marginal de transformação (ou taxa marginal de transformação) é crescente. Essa é a explicação, por exemplo, do fato de a CPP ser côncava, ou ter a sua concavidade voltada para baixo. Sendo assim, a questão é correta! Obs. na situação excepcional em que os fatores são completamente adaptáveis, teremos custos de oportunidades constantes. Mas este não foi o caso da questão.

QUESTÃO CERTA: Não há custo de oportunidade quando a economia opera em um ponto interno à fronteira de possibilidade de produção.

Quando o ponto está interno à CPP é possível aumentar a produção de um bem sem ter que reduzir de outro.

Correto, pois, em um ponto interno à fronteira de possibilidade de produção há capacidade ociosa, ou seja, há a possibilidade de se aumentar a produção de um bem sem ser necessário abrir a mão da produção do outro bem.

Para pontos internos à CPP os recursos não estão em pleno emprego, e, nesse caso, o custo de oportunidade é zero, pois não é necessário o sacrifício de recursos produtivos para aumentar a produção de um bem, ou mesmo dos dois bens.

QUESTÃO ERRADA: A fronteira de possibilidades de produção representa as diversas combinações de bens e serviços que podem ser produzidos. Considerando o gráfico acima, que mostra as possibilidades de produção dos produtos A e B em uma economia hipotética, julgue o item a seguir. O custo de oportunidade de se deslocar a produção do ponto 1 até o ponto 5, ao longo da fronteira de possibilidades de produção, é cada vez menor em função do ganho de escala obtido na produção do produto B.

Nesta curva os custos de oportunidade são CRESCENTES, pois quando se aumenta a produção de um bem, os fatores de produção transferidos dos outros produtos tornam-se cada vez menos aptos para a nova finalidade, ou seja, a transferência vai ficando cada vez mais difícil e onerosa e o grau de sacrifício vai aumentando.

Dica para essas questões: O fato de o custo de oportunidade ser crescente faz com que a Curva de Possibilidade de Produção tenha a sua concavidade (curvatura) voltada para baixo ou para sua origem.

Inclinação está aumentando, perceba que perto do 1 é horizontal, e perto do 5 é vertical, isso indica inclinação crescente, e sabemos que a inclinação é o custo de oportunidade, se na hora tiver dúvida se gravou certo, é só analisar.

QUESTÃO ERRADA: Uma empresa do setor alimentício, com fábricas no Brasil, pretende adquirir outra empresa, uma concorrente brasileira. Caso a organização opte por esse investimento, espera-se, com a substituição das máquinas por outras de tecnologia mais eficiente, aumentar a produção das duas empresas combinadas. As características e qualidades dos insumos, exceto máquinas, e dos produtos são as mesmas para as duas empresas. O fluxo de caixa anual esperado para esse investimento, durante os cinco anos seguintes à aquisição, dependerá de fatores de risco, como a quantidade de produtos demandada por hipermercados e o preço cobrado por fornecedores. A expansão da fronteira das possibilidades de produção total da referida empresa requer, necessariamente, a demissão de empregados.

O desemprego dos fatores de produção, no caso o trabalho (trabalhadores), ocasionaria uma retração da CPP (curva de possibilidade de produção).

Motivos que levam a CPP p/ direita e p/ cima, ou seja, a expande:

-Aumento nos investimentos;

-Melhorias tecnológicas;

-Melhorias no sistema legal (legislação de trabalho justa, por ex.);

-Aumento de fatores de produção (mão de obra, matéria prima, capital etc.)

QUESTÃO ERRADA: Se a economia operar no ponto 7 do gráfico, localizado na região externa à fronteira de possibilidades de produção, haverá sobre utilização dos fatores de produção e tendência à elevação dos preços dos produtos A e B no curto prazo.

Em economia, a fronteira de possibilidades de produção (FPP), também designada por curva de possibilidade de produção (CPP), ilustra graficamente a escassez dos fatores de produção cria um limite para a capacidade produtiva de uma empresa, país ou sociedade.

Assim na função supõe-se a produção de apenas dois bens, sabendo que os restantes fatores de produção já são dados. A Função FPP tem a forma de curva e, ao longo desta, é possível estabelecer diferentes pontos máximos de eficiência produtiva e respectivos trade-offs resultantes do aumento/diminuição da produção de um dos bens expostos. Qualquer ponto no seu interior representa ineficiência produtiva, pois não se produz na máxima eficiência possível, estabelecida pela fronteira. Qualquer ponto no seu exterior é impossível como prova a lógica.

Portanto, o ponto 6 representa uma possibilidade válida, mas sem o emprego pleno dos fatores de produção, os pontos 1, 2, 3, 4 e 5 são possibilidades válidas com pleno emprego dos fatores de produção e o ponto 7 representa uma possibilidade impossível de ser atingida pela empresa com os fatores de produção atuais de que dispõe, para atingir esse patamar deverá ter inovações tecnológicas.

QUESTÃO CERTA: O ponto 6, no gráfico, localizado no interior da fronteira de possibilidades de produção, é um ponto factível, mas não eficiente, uma vez que se pressupõe o subemprego dos fatores de produção existentes.

QUESTÃO ERRADA: A CPP contempla todas as combinações de bens e serviços que podem ser produzidos em uma economia, de forma que os pontos localizados acima da curva, embora possíveis, representam alocações ineficientes e os pontos abaixo representam o problema da escassez de recursos.

Os pontos acima da CPP representam combinações de bens e serviços que não conseguem ser produzidos em uma economia, com a dotação de fatores de produção disponíveis. Os pontos abaixo da CPP representam alocações ineficientes (onde existem recursos ou fatores de produção ociosos). Assim, os pontos abaixo da CPP não retratam o problema da escassez (são os pontos ao longo da CPP que representam o problema da escassez). Adendo: CHEGANDO AO EQUILÍBRIO: EXCESSO DE DEMANDA – O excesso de demanda levará os vendedores a poderem aumentar os preços devido à escassez de produtos, gerando aumento da oferta e diminuição da demanda ao longo das curvas até que o equilíbrio seja atingido.

A) um ponto dentro da CPP indica que alguns recursos de produção não estão sendo usados de forma eficiente, pois há recursos ociosos.

B) já um ponto fora da curva significa que a produção está além das possibilidades da empresa e apresenta o problema da escassez dos produtos.

QUESTÃO CERTA: Dois pontos sobre a curva de possibilidades de produção são igualmente eficientes, independentemente da relação de preços existente na economia.

Qualquer ponto sobre a CPP representará um ponto eficiente. Esse ponto eficiente não é alterado por mudanças nos preços da economia e nem pela quantidade de bens produzida na economia.

QUESTÃO CERTA: Um dos instrumentos utilizados pelos economistas para expressar o problema da escassez é a Curva de Possibilidades de Produção − CPP. Em relação à CPP, é correto afirmar: Desde que haja pleno emprego dos fatores de produção e que estes estejam sendo utilizados da forma mais eficiente possível, o aumento da produção de um bem somente pode ocorrer em função da diminuição da produção de outro bem.

QUESTÃO CERTA: A curva de transformação de uma economia mostra que, se os fatores de produção forem fixos e não houver inovações tecnológicas, o custo de oportunidade é crescente.

Os economistas são de opinião que a CPP (Curva de Possibilidades de Produção) apresenta a concavidade voltada para baixo, porque o custo de oportunidade de produzir um bem em termos de outro é crescente. Porém é importante registrar que essa produção adicional de um item pelo outro é cada vez menor, tornando-se decrescente. Essa afirmação corresponde à Lei da produtividade marginal decrescente ou lei dos rendimentos decrescentes.

QUESTÃO CERTA: A fronteira de possibilidades de produção NÃO pode ser usada para ilustrar o conceito de: lei de demanda.

curva ou fronteira de possibilidades de produção (CPP) relaciona-se com a curva de oferta, logo, podemos aplicar os paradigmas de ótimo de Pareto, custo de oportunidade e da escassez, pois visam explicar a quantidade ótima de produção que a firma deve produzir/vender.

QUESTÃO CERTA: Com base em conhecimentos sobre economia, mais especificamente sobre a Teoria da Produção e estruturas de mercado, assinale a alternativa INCORRETA: Curva de Possibilidade de Produção é a linha na qual todos os pontos revelam as diferentes possibilidades de inúmeros produtos serem fabricados em determinado período, sem levar em consideração a quantidade de fatores de produção disponíveis.

Curva de possibilidade de produção é a linha na qual todos os pontos revelam as diferentes possibilidades de dois produtos serem fabricados de forma combinada em determinado período com a quantidade de fatores que a firma possui.

QUESTÃO CERTA: A economia opera no interior da fronteira de possibilidades de produção quando o hiato do produto nacional bruto é elevado.

Hiato do produto. É a diferença entre o PIB corrente e o PIB potencial. Basicamente, o hiato do produto mostra-nos o quanto a procura da economia está distante da sua capacidade máxima de produção.

JUSTIFICATIVA – CERTO. A diferença entre o produto nacional bruto (PNB) potencial e o real é chamada de hiato do produto. Um elevado hiato do PNB indica que a economia está operando no interior da fronteira de possibilidades de produção. Um hiato pequeno indica recessão e um grande hiato indica depressão

A economia tem capacidade (potencial) para operar na fronteira (no limite), no entanto, opera numa capacidade menor, portanto há um intervalo (um hiato). Quanto mais abaixo da capacidade máxima da produção, maior o hiato do produto!

QUESTÃO ERRADA: Um ponto da fronteira de possibilidades de produção em que dois bens são produzidos é mais eficiente do que um ponto em que um único bem é produzido.

JUSTIFICATIVA – ERRADO. Todos os pontos na fronteira de possibilidades de produção são igualmente eficientes.

A CPP se preocupa com a eficiência produtiva. Sob esta perspectiva, qualquer ponto sobre a CPP possui a mesma eficiência, pois está usando todos os recursos disponíveis. Se a Economia produzir dois bens ou se resolver se especializar em apenas um, não faz diferença para a eficiência produtiva. Estando sobre a CPP, o ponto é eficiente, independentemente se produz apenas um bem ou mais. Todos os pontos sobre a CPP são eficientes. Todos os pontos da fronteira de possibilidades de produção são igualmente eficientes, pois indicam o pleno emprego dos fatores de produção disponíveis. Estaria correto se comparasse um ponto da fronteira com outro ponto abaixo dela. Aí sim estaríamos comparando um ponto eficiente com outro ineficiente.

QUESTÃO CERTA: Considerando uma economia hipotética que opera com pleno emprego e possui 100 trabalhadores, assinale a opção correta, sabendo que cada trabalhador pode produzir 4 pães ou 3 camisas: Todos os pontos ao longo da curva de possibilidades de produção são sempre igualmente eficientes.

QUESTÃO CERTA: A escassez de recursos impõe limite máximo à quantidade de bens que uma sociedade poderá produzir em determinado período, situação conhecida como fronteira ou curva de possibilidades de produção (CPP). O formato côncavo da CPP em relação à origem é devido: à lei dos rendimentos decrescentes.

lei dos rendimentos decrescentes estabelece que, à medida que recursos adicionais são dedicados à produção de um bem, o aumento marginal na produção será cada vez menor.

Pense em uma economia que produz apenas manteiga e pão, conforme tabela abaixo. Veja que a medida que aumenta a produção de manteiga, diminui a de pão. Não obstante, o ritmo do aumento de produção de manteiga diminui para a mesma quantidade de pão que se abre mão.

Pão Manteiga

10 | | 00

08 | | 05

06 | | 09

04 | | 12

02 | | 14

00 | | 15

QUESTÃO CERTA: A curva de fronteira das possibilidades de produção de fertilizantes e de detergentes indica a quantidade máxima, dos dois bens, que pode ser obtida com determinada quantidade de trabalho, de capital, de fosfato e de outras matérias-primas, tendo em vista uma restrição tecnológica.

Só pela definição do que é a Curva de possibilidades de produção ou Fronteira de possibilidade de produção já mataria a questão.

Fronteira máxima daquilo que a economia pode produzir, dados os recursos produtivos limitados.

QUESTÃO CERTA: A existência de um hiato do PNB indica que a economia está no interior da fronteira de possibilidades de produção; um pequeno hiato indica que há evolução decrescente de produção e, nesse caso, tem-se uma recessão.

A diferença entre o PIB potencial e o PIB efetivo está na intensidade com a qual os fatores de produção disponíveis são utilizados, e essa diferença é conhecida como hiato do produto. O hiato do produto é definido pela diferença entre o PIB efetivo e o PIB potencial, segundo a seguinte expressão: ht = PIBef – PIBpt. Se o hiato for positivo, a demanda agregada (PIB efetivo) estará acima da oferta agregada (PIB potencial) e haverá pressão sobre o nível de preços da economia; se negativo, a demanda estará abaixo da oferta e haverá fatores produtivos ociosos, o que tende a gerar queda nos preços.

O PIB efetivo é o que realmente se produz em dado período de tempo. O PIB efetivo mostra as oscilações do PIB real no curto prazo. Tais oscilações indicam que, no curto prazo, o objetivo do crescimento pode ter sido sacrificado por restrições de natureza interna (combate à inflação) e/ou externa (ajuste do balanço de pagamentos). O PIB efetivo apresenta trajetória cíclica e flutua irregularmente em torno do PIB potencial, oscilando entre um período de pico (expansão econômica) e um período de queda (recessão econômica).

A existência de um hiato do PNB indica que a economia está no interior da fronteira de possibilidades de produção: o HIATO do PNB mede o quanto o PIB efetivo (bens e serviços finais produzidos por uma economia em um determinado período de tempo) excede o PIB potencial (o quanto a economia poderia produzir utilizando altas taxas de recursos). A economia, portanto, está no interior da fronteira de possibilidade de produção (FPP) porque a demanda supera a capacidade ofertada do produto.

Um pequeno hiato indica que há evolução decrescente de produção e, nesse caso, tem-se uma recessão: a evolução decrescente analisada pela existência do hiato introduz à Lei dos Rendimentos Decrescentes, uma vez em que a unidade de trabalho acrescentada diminui a produção marginal.

QUESTÃO ERRADA: Alocações eficientes, no sentido de Pareto, além de não serem socialmente justas, situam-se aquém da fronteira de possibilidades de utilidades da economia.

Só é possível ser eficiente se TODOS os fatores produtivos estiverem empregados. Elas devem estar sobre a fronteira (curva) de possibilidade. Se estiver aquém, significa que está sobrando recursos.

Uma alocação de recursos é eficiente (ótimo de Pareto) quando não é possível melhorar a situação de alguém sem piorar a de outra pessoa.

QUESTÃO CERTA: A utilização de combustíveis biodegradáveis derivados de fontes renováveis, como o biodiesel, expande o leque das escolhas tecnológicas e, portanto, desloca a curva de possibilidades de produção para cima e para a direita.

QUESTÃO ERRADA: A curva de possibilidades de produção é um modelo simples para analisar a eficiência da utilização dos fatores de produção e para expressar os desejos da sociedade em consumir bens alternativos.

Na verdade, a curva de possibilidades de produção indica as combinações máximas possíveis de produção de dois bens que podem ser obtidas quando a economia utiliza todos os seus recursos de diferentes maneiras.

A curva de possibilidade de produção ilustra graficamente como a escassez de fatores de produção criam um limite para a capacidade produtiva de uma empresa, país ou sociedade. Ela representa todas as possibilidades de produção que podem ser atingidas com os recursos e tecnologias existentes. Ou seja, ela não expõe os desejos da sociedade em consumir bens.

QUESTÃO CERTA: Uma combinação de fatores de produção só pode levar a um único nível de produção.

JUSTIFICATIVA – CERTO. Quando uma mesma combinação de fatores de produção proporciona dois níveis distintos de produção, tem-se um absurdo do ponto de vista produtivo. Isto porque as isoquantas não se cruzam nunca

QUESTÃO CERTA: Na fronteira de possibilidades de produção entre dois bens quaisquer, as diferentes combinações, entre esses dois produtos, é eficiente no sentido de Pareto.

Você não pode melhor um item da cesta sem retirar outro item, logo é eficiente no sentido de Pareto.

Ótimo de Pareto (ou Eficiência de Pareto):

– Conceito definido pelo engenheiro e economista italiano Vilfredo Pareto;

– Indica um estado de eficiência máxima dos sistemas;

– Representa o ponto no qual para se favorecer um dos elementos do sistema, obrigatoriamente deve-se prejudicar outro.

– É denominado como a Lei da Eficiência de Pareto.

-Num ponto ótimo de Pareto – todos os recursos estão perfeitamente alocados e, daqui em diante, mudanças importam de forma obrigatório em dano para ao menos um dos indivíduos.

Na curva de possibilidade de produção– o ponto ótimo de Pareto encontra-se sobre a curva.

QUESTÃO ERRADA: Um deslocamento da fronteira para a esquerda pode ser causado pelo surgimento de avanços tecnológicos que aumentem a produção com o uso de menos fatores.

Um deslocamento da fronteira para a direita pode ser causado pelo surgimento de avanços tecnológicos que aumentem a produção com o uso de menos fatores

QUESTÃO ERRADA: Guerras e calamidades deslocam a fronteira de possibilidades para a direita.

Guerras e calamidades deslocam a fronteira de possibilidades para a esquerda, pois há redução da produção e de seus fatores.

QUESTÃO CERTA: Pontos no interior da fronteira de possibilidades de produção indicam situações de desemprego na economia a que se referem.

CERTO: pontos dentro da CPP são hipóteses válidas de produção, mas com desemprego de fatores de produção.

QUESTÃO ERRADA: Pontos que ficam na fronteira de possibilidades de produção indicam igual distribuição de fatores entre os dois produtos envolvidos na tomada de decisão.

Pontos que ficam na fronteira de possibilidades de produção indicam a utilização máxima dos fatores de produção para produzir de maneiras diferentes 2 produtos, mas que não necessariamente terão distribuição de fatores entre os dois produtos envolvidos.

QUESTÃO ERRADA: Quando há pontos no exterior da fronteira, a indicação é de produções possíveis somente no curto prazo.

Quando há pontos no exterior da fronteira, a indicação é de produções impossíveis de serem alcançadas com o atual fator de produção.

O Que É Autorrelacionamento? (com exemplos)

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O professor Fernando de Siqueira ensina:

AUTO-RELACIONAMENTO

Este tipo de relacionamento ocorre toda a vez que temos uma ocorrência de uma entidade que está associada a um ou mais ocorrências da mesma entidade. Ou seja, temos uma entidade onde suas ocorrências possuem relacionamentos entre si.

Os auto-relacionamentos são na verdade uma forma de representarmos relações de hierarquia entre ocorrências de uma mesma entidade.

Por exemplo, vamos considerar uma entidade FUNCIONÁRIO sendo que no modelo conceitual devemos representar o conceito de que um funcionário possui um gerente. Ou seja, existe um relacionamento entre as ocorrências da entidade funcionário que estabelece que um funcionário é gerente de outro funcionário.  Veja o exemplo abaixo de como deve ser representado este relacionamento:

Um outro exemplo que podemos representar seria o de uma entidade PESSOA que possui PAI. Ora o pai de uma pessoa e a própria pessoa são ocorrências da mesma entidade PESSOA (pessoa é filha de uma outra pessoa), portanto temos um relacionamento entre ocorrências da mesma entidade PESSOA que seriam as ocorrências da pessoa, do pai. A representação desta situação seria feita da seguinte forma:

 

Observe que a cardinalidade do auto-relacionamento indica opcionalidade visto que a PESSOA pode não ter pai conhecido ou ter somente um pai.

Os auto-relacionamentos podem possuir qualquer tipo de cardinalidade. No caso já vimos auto-relacionamentos do tipo um para um. Mas também existem auto-relacionamentos onde podemos ter cardinalidade muitos para muitos. Considere um cenário de uma indústria onde produtos são compostos por componentes que são também produtos, de forma que um produto é composto por muitos componentes e pode compor muitos outros produtos. Observe que estamos lidando com um único conceito que Produto, tanto componente como produto são produtos. Neste caso, temos uma composição de produtos.

É importante observar que nessa caso a forma de representação é a mesma pois se trata da entidade PRODUTO que mantem um relacionamento COMPOSIÇÂO com ela mesma, sendo que a única alteração é com respeito à cardinalidade deste relacionamento que é muitos para muitos (n:n). Segue abaixo exemplo de como seria representado este auto-relacionamento.

  

Os auto-relacionamentos são muito usados para representar hierarquias e composições de elementos do mundo real que são ocorrências em uma mesma entidade. A forma de representação é simples sendo que devemos ter especial atenção a cardinalidade do auto-relacionamento.

QUESTÃO CERTA: Considere que existe uma entidade PESSOA com um relacionamento denominado CASAMENTO que pode associar diversas ocorrências na mesma entidade PESSOA. De acordo com as propriedades do diagrama entidade-relacionamento, o conceito desse relacionamento (CASAMENTO) pode ser definido como: autorrelacionamento.

|PESSOA| (o,n) =============<CASAMENTO>

(0,n)

Autorrelacionamento (relacionamento unário ou recursivo)

QUESTÃO ERRADA: Acerca da situação hipotética acima apresentada por meio do modelo entidade‐relacionamento, julgue o item.

Realiza é um relacionamento do tipo autorrelacionamento.

Negativo. REALIZA é um tipo de relacionamento BINÁRIO, que é quando duas entidades participam de um mesmo relacionamento. autorelacionamento ou unitário é quando uma entidade se relaciona com ela mesmo.

QUESTÃO ERRADA: No que diz respeito às funções do administrador de dados e a elaboração e implantação de projeto de banco de dados, julgue os itens que se seguem. Em um projeto de banco de dados relacional, não é possível representar um autorrelacionamento do tipo N:N.

QUESTÃO CERTA: No relacionamento 1:N (um para muitos) em que haja autorrelacionamento, deve-se incluir a chave primária da entidade na própria entidade como chave estrangeira e gerar uma estrutura de acesso a partir dessa chave estrangeira.

Como Calcular Custos de Produção Acabada?

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QUESTÃO ERRADA: O custo da produção acabada de uma fábrica consiste na soma dos custos relativos à produção finalizada no período e não contém custos de exercícios anteriores.

O custo da produção acabada de uma fábrica consiste na soma dos custos relativos à produção finalizada no período e PODE CONTER custos de exercícios anteriores.

CPA (Custo da produção acabada) = EI (Est. inicial de produtos em elaboração) + CPP (custo de produção do período) – EI (estoque final de produtos de em elaboração)

CPA – é a soma dos custos contidos na produção acabada no período. Pode conter custos de produção também de períodos anteriores.

QUESTÃO CERTA: Os dados antecedentes, com valores em reais, referem-se a uma empresa industrial que utiliza o método de custeio por absorção. Nesse caso, o custo da produção acabada, no período, é igual a: R$ 1.150.000.

Cálculo do CPV:

Estoque inicial de matéria prima ou material direto (EIMP)

(+) Compras

(–) Estoque final  de matéria prima (EFMP)                      

(=) Matéria prima consumida (MP)

(+) Mão de obra direta/indireta (MOD)

(+) Outros custos fixos e variáveis (Ex: CIF)                      

(=) Custos de produção do período (CPP)

(+) Estoque inicial dos produtos em elaboração (EIPE)

(–) Estoque final dos produtos em elaboração (EFPE)  

(=) Custo dos produtos acabados (CPA)

(+) Estoque inicial dos produtos acabados (EIPA)

(–) Estoque final dos produtos acabados (EFPA)                            

(=) Custos dos produtos vendidos (CPV = CMV)

custo de fabricação no período 1.200.000

estoque inicial de produtos em elaboração 150.000

estoque final de produtos em elaboração (200.000)

custo da produção acabada           R$ 1.150.000.

QUESTÃO ERRADA: Custo da produção acabada e custo de produção do período são conceitos distintos e não podem apresentar valores iguais na apuração de custos de determinado período.

O erro da questão está em afirmar que o CPP (custo de produção do período) e o CPA (Custo de produção acabada) não podem apresentar valores iguais.

Então vamos entender primeiramente o conceito de cada um deles e em que situação eles PODERÃO TER VALORES IGUAIS.

CPP = Matéria prima + Mão de obra direta + Custos indiretos de fabricação (MP+MOD+CIF)
CPA = (Estoque inicial – Estoque final ) de produtos em elaboração + CPP (custo de produção do período.

Então quando teremos CPP = CPA ?

Resposta: Simples. Quando não houver Estoque inicial e nem estoque final de Produtos em elaboração.

EX:

MOD – 50

MP – 10

CIF – 40

Ei de produtos em elaboração – 0

Ef de produtos em elaboração – 0

Calcule o CPP e o CPA .

CPP = MP+MOD+CIF

CPP = 10+50+40 = 100

CPA = (EI – EF) produto em elaboração + CPP

CPA = (0-0) + 100

CPA = 100

Os três conceitos (CPP, CPA, CPV) são bastante distintos e não há nenhuma relação obrigatória entre seus valores no que respeita a sua grandeza. Cada um pode ser maior ou menor que o outro em cada período, dependendo das circunstâncias

FONTE: Contabilidade de custos, Martins, Eliseu. – 9. ed. – São Paulo, Atlas 2003

Situação Líquida: O Que É e Como Calcular?

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QUESTÃO ERRADA: A entidade em questão possui situação patrimonial líquida superavitária, resultante de seguidos lucros auferidos.

Ativo

Caixa R$ 1.000

Títulos a receber R$ 500

Aluguéis a receber R$ 500

Veículos R$ 4.000

Móveis e utensílios R$ 2.000

Máquinas e equipamentos R$ 1.000

Total do Ativo R$ 9000

Passivo

Promissórias a pagar R$ 2.000

Duplicatas a pagar R$ 7.000

Impostos a pagar R$ 5.000

Total do Passivo R$ 14.000

Ativo = Passivo + PL

9000 = 14000 + PL

PL = – 5000 (Sit. Líq –> deficitária)

Não entrou no cálculo receitas & custos e despesas assim como capital social.

QUESTÃO CERTA: Em 31/12/2016 a Cia das Traças apresentava as seguintes contas do Patrimônio Líquido, com os respectivos saldos:

  • Ágio na emissão de ações no valor de R$ 20.000;

  • Capital subscrito no valor de R$ 200.000;

  • Ações em tesouraria no valor de R$ 15.000;

  • Reserva legal no valor de R$ 24.000;

  • Reserva de retenção de lucros no valor de R$ 25.000;

  • Capital a integralizar no valor de R$ 80.000

O lucro líquido apurado pela Cia das Traças, no ano de 2017, foi R$ 100.000,00 e o Estatuto da Cia estabelece a seguinte destinação:

  • Dividendos mínimos obrigatórios: 30% do Lucro Líquido ajustado nos termos da lei 6.404/76;

  • Retenção de Lucros: saldo remanescente;

Do lucro líquido apurado, o valor de R$ 40.000 foi decorrente de incentivos fiscais recebidos pela Cia, que foram retidos na forma de Reserva de Incentivos Fiscais, utilizando a possibilidade estabelecida na Lei 6.404/76 em relação aos dividendos. A reserva legal é constituída nos termos da Lei 6.404/76. Com base nestas informações, o valor do Patrimônio Líquido da Cia, em 31/12/2017, era, em reais….

Patrimônio Líquido em 01/01/2016

Capital subscrito 200.000

(-) Capital a integralizar (80.000)

+ Ágio 20.000

+ Reserva legal 24.000

+ Reserva de retenção de lucros 25.000

(-) Ações em tesouraria (15.000)

= PL 174.000

 

Do lucro líquido, o único valor que altera o PL é a distribuição de dividendos.

Reserva Legal = 0 (Limite obrigatório atingido = 20% x (200.000 – 80.000) = 24.000).

Dividendos = 30% x (100.000 – 40.000) = 18.000

PL em 31/12/2017

PL inicial 174.000

+ Lucro líquido 100.000

(-) Dividendos (18.000)

= PL em 31/12/2017 256.000

QUESTÃO CERTA: Situação hipotética: Em 1.º/3/201X, dois sócios investiram, cada um, R$ 10 mil na constituição de uma nova entidade. Nesse mesmo mês, a entidade adquiriu R$ 20 mil em mercadorias — 50% desse valor a prazo — e gastou R$ 5 mil em instalações em um imóvel que havia alugado por R$ 3 mil. O aluguel foi contratado no primeiro dia do mês de constituição da entidade. A parcela a prazo da compra de mercadorias e o aluguel foram quitados no mês seguinte. Esses foram os únicos eventos com impactos patrimoniais realizados no referido mês. Assertiva: Ao final do mês de março em questão, a situação patrimonial líquida da entidade era de R$ 17 mil.

1- FATO Em 1.º/3/201X, dois sócios investiram, cada um, R$ 10 mil na constituição de uma nova entidade.

D- CAIXA (ATIVO) – — R$ 20.000

C- CAPITAL INTEGRALIZADO (PL) — R$ 20.000

2- FATO — Nesse mesmo mês, a entidade adquiriu R$ 20 mil em mercadorias — 50% desse valor a prazo

D- MERCADORIAS – (ATIVO) R$ 20.000

C- CAIXA – (ATIVO) R$ 10.000

C- FORNECEDORES (PASSIVO) R$ 10.000

3 FATO – e gastou R$ 5 mil em instalações em um imóvel.

D- MOVEIS E UTENSÍLIOS (ATIVO) — R$ 5.000

C- CAIXA (ATIVO) – R$ 5.000

4 FATO– que havia alugado por R$ 3 mil. O aluguel foi contratado no primeiro dia do mês de constituição da entidade.

A parcela a prazo da compra de mercadorias e o aluguel foram quitados no mês seguinte

APROPRIAÇÃO

C- ALUGUEL A PAGAR (PASSIVO)– R$ 3.000

D- DESPESAS DE ALUGUEL (DRE) — R$ 3.000

LOGO EM MARÇO DE 201X

ATIVO

CAIXA (20-10-5) = R$ 5.000

MERCADORIAS = R$ 20.000

MOVEIS E UTENSÍLIOS= R$ 5.000

TOTAL DO ATIVO = R$ 30.000

PASSIVO

FORNECEDORES – R$ 10.000

ALUGUEL A PAGAR R$ 3.000

TOTAL DO PASSIVO= 13.000

FORMULA DO PATRIMÔNIO

SL= ATIVO – PASSIVO

SL= 30.000- 13.000

SL= 17.000

QUESTÃO ERRADA: Considerando a tabela acima, em que são apresentados os dados hipotéticos, em $, de determinada empresa, e que a alíquota do IR e a contribuição sobre o lucro líquido dessa empresa sejam de 34%, sendo estes os únicos dados significativos para fins de levantamento de balanço e apuração do resultado do exercício, julgue os itens seguintes. Antes de apurado o resultado do exercício corrente, a empresa apresentava-se com passivo a descoberto.

ATIVO

ATIVO CIRCULANTE

Caixa e equivalente de Caixa _____________100

Duplicatas a Receber ___________________100

Estoques _____________________________300

ATIVO NÃO CIRULANTE

Instalações e equip. ___________________200

(-) Depreciação acumulada ______________(50)

TOTAL DO ATIVO: 650

PASSIVO

PASSIVO CIRCULANTE

Fornecedores ________________________180

Empréstimos Circulantes _______________90

Tributos a recolher ____________________100

Duplicatas Descontadas ________________40

PASSIVO NÃO CIRCULANTE

Financiamento a longo prazo ____________210

TOTAL DO PASSIVO = 620

A questão pede a situação líquida antes da apuração do resultado:

PL = ATIVO – PASSIVO

PL – 650 – 620

PL = 30

 

O Que É Culpa Própria e Culpa Imprópria? (com exemplos)

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Segundo o pessoal do campuslab:

Culpa própria: é aquela que, conforme estudado, é causada por imprudência, negligência ou imperícia. 

Culpa imprópria, por equiparação ou por assimilação: é a culpa que ocorre nos casos de erro de tipo vencível ou inescusável e no excesso culposo das excludentes de ilicitude (os quais serão estudados mais à frente).

QUESTÃO CERTA: A culpa imprópria ocorre nas hipóteses de descriminantes putativas em que o agente, em virtude de erro evitável pelas circunstâncias, dá causa dolosamente a um resultado, mas responde como se tivesse praticado um delito culposo.

Culpa Imprópria: é a culpa derivada do erro de tipo permissivo evitável (inescusável) nas descriminantes putativas. É denominada como culpa imprópria pois o agente realiza o tipo penal dolosamente e responde culposamente em consequência de seu erro na descriminante.

Culpa Imprópria = Erro de tipo permissivo inescusável.

Culpa imprópria ou culpa com previsão: o agente pretende atingir determinado resultado porque está envolvido pelo erro evitável/ inescusável, decorrente de sua desatenção. Em outras palavras, o agente quer o resultado, mas sua vontade está viciada por um erro, que poderia ser evitado com o cuidado necessário.

Na culpa imprópria, o agente supõe uma situação fática que, se existisse, tornaria sua ação legítima. Como tal erro poderia ser evitado pela prudência do homem médio, é chamado de inescusável. O sujeito prevê o resultado e deseja sua produção, realizando a conduta por erro inescusável quanto à ilicitude do fato. É a única modalidade de crime culposo que admite tentativa.

Culpa imprópria (por extensão, por assimilação ou por equiparação): o agente, por erro evitável, fantasia certa situação de fato, supondo estar agindo acobertado por uma excludente de ilicitude (descriminante putativa por erro de fato), e, em razão disso, provoca intencionalmente um resultado ilícito. A estrutura do crime é dolosa, mas, em razão de política criminal, é punido como culposo. 

EXEMPLO: Um grande exemplo para a questão, seria o caso do PAI que acorda a noite e ouve um barulho, vai lá na cozinha e ver um vulto que anda na sua direção sem falar nada, o PAI achando que se trata de um LADRÃO em sua residência, dispara contra o vulto. Ao verificar a vítima, ver que na verdade ele atirou contra seu filho que estava tomando água e voltava para o seu quarto.

Nesse caso, embora o crime seja naturalmente doloso (pois o agente quis o resultado), por questões de política criminal o Código determina que lhe seja aplicada a pena correspondente à modalidade culposa. Nos termos do art. 20, § 1° do CP: Art. 20 ( .. .) § 1 o – É isento de pena quem, por erro plenamente justificado pelas circunstâncias, supõe situação de fato que, se existisse, tornaria a ação legítima. Não há isenção de pena quando o erro deriva de culpa e o fato é punível como crime culposo.

QUESTÃO ERRADA: Caracteriza culpa imprópria por assimilação, extensão ou equiparação o fato de o agente responder por crime doloso embora tenha praticado a ação com culpa consciente, nos casos de erro vencível, nas descriminantes putativas.

A culpa imprópria (também pode-se utilizar qualquer uma das denominações trazidas pela questão) consiste, na verdade, em uma hipótese de crime doloso que ocorre sob o manto de uma descriminante putativa. Inclusive, Cléber Masson traz um exemplo bastante elucidativo em sua obra. Narra o caso de uma filha que sai escondido, na calada da noite, para namorar. Ao voltar, pula o muro de casa, passa silenciosamente pelo cão bravo que a família possui, mas, ao entrar na residência, esbarra com o pai, que, mesmo vendo o vulto franzino, atira, crendo-se acobertado por uma hipótese de legítima defesa. Se ele houvesse usado da prudência, notaria que o cão não latiu (portanto, deveria ser alguém conhecido), bem como o vulto era franzino demais para representar perigo. Como se trata de um erro vencível, responde pela modalidade culposa (culpa imprópria).

QUESTÃO CERTA: Admite-se a forma tentada no crime impropriamente culposo.

Segundo Cleber Masson:

“Culpa própria e culpa imprópria: Essa classificação se baseia na intenção de produzir o resultado
naturalístico. Culpa própria é a que se verifica quando o agente não quer o resultado nem assume
o risco de produzi-lo. É, por assim dizer, a culpa propriamente dita. Culpa imprópria, por
extensão, por equiparação ou por assimilação é aquela em que o sujeito, após prever o
resultado, e desejar sua produção, realiza a conduta por erro inescusável quanto à ilicitude do
fato. O resultado vem, então, a ser concretizado. O agente incide em erro inescusável, inaceitável,
injustificável quanto à ilicitude do fato. Supõe uma situação fática que, se existisse, tornaria a sua
ação legítima. Como, entretanto, esse erro poderia ter sido evitado pelo emprego da prudência
inerente ao homem médio, responde a título de culpa, se o crime admitir a modalidade culposa. Na
verdade, cuida-se de dolo, eis que o agente quer a produção do resultado. Por motivos de política
criminal, no entanto, o CP aplica a um crime doloso a punição correspondente a um crime culposo.
O erro quanto à ilicitude do fato, embora inescusável, proporciona esse tratamento diferenciado. E,
diante do caráter misto ou híbrido da culpa imprópria (dolo tratado como culpa), revela-se como a
única modalidade de crime culposo que comporta a tentativa.”

Taxa real

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QUESTÃO CERTA: Pedro tem uma dívida que pode ser paga à vista por R$ 5.100. Ele recebeu uma proposta do credor para pagar em duas parcelas de R$ 2.700, uma à vista e outra daqui a um mês. Nesse caso, a taxa de juros mensal envolvida nesse parcelamento é de: 12,5%.

Temos 2 opções de pagamento:

À vista: R$ 5.100

2 parcelas de R$ 2.700, sendo uma à vista e outra daqui a 30 dias

 

Perceba que o valor que está sendo financiado é R$ 2.400 (R$ 5.100 – R$ 2.700) pois uma parcela está sendo paga no ato.

 

Para calcular a taxa real, dividimos o valor que será pago pelo valor financiado = R$ 2.700/ R$2.400 = 1,125. 1,125 – 1 = 12,5%

QUESTÃO ERRADA: Um investidor do mercado imobiliário comprou um terreno por R$ 40.000 e, após dois anos, vendeu-o por R$ 62.400. A taxa de inflação acumulada durante esses dois anos foi de 20%. Nessa situação, a rentabilidade real desse investimento foi superior a 32% no biênio.

Temos um ganho de 62.400 – 40.000 = 22.400 reais. Percentualmente, em relação ao valor inicial, este ganho é de 22.400 / 40.000 = 0,56 = 56%. Esta é a taxa aparente (jn). A inflação acumulada foi de i = 20%. Assim, a taxa real foi:

 

(1 + jreal) = (1 + jn) / (1 + i)

(1 + jreal) = (1 + 56%) / (1 + 20%)

1 + jreal = 1,56 / 1,20

1 + jreal = 1,3

jreal = 0,3 = 30%

(Inferior a 32% – Item ERRADO)

QUESTÃO CERTA: De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a inflação medida pelo índice de preços ao consumidor amplo fechou 2008 com alta de 5,9%. Se, ao final desse ano, as empresas de transporte hidroviário tivessem reajustado seus preços em 10%, na média, poder-se-ia dizer que o setor obteve, no período, um ganho real inferior a 4%.

Cálculo da taxa de juros real

(1 + in) = (1 + r) * (1 + j)

Na fórmula, temos:

Na resposta fica:

(1+0,1) = (1+r)*(1+0,059)

1+r = 1,1/1,059

r = 0,038

Ganho real= 3,8%

QUESTÃO ERRADA: Paulo recebeu R$ 40.000,00 correspondentes à sua parte em uma herança e aplicou esse valor por um ano à taxa de juros de 26% ao ano. Considerando que a taxa de inflação no período da aplicação tenha sido de 20%, julgue os itens que se seguem. Na aplicação, o ganho real de Paulo foi superior a R$ 2.200,00.

Descobrindo a taxa real (ir) : (1+ ir) x (1+ iin) = (1+ ia)

onde iin = taxa da infação = 0,2 a.a

ia = taxa aparente = 0,26 a.a

Temos que a taxa real (ir) = 0,05

Como a questão não especifica o regime, consideramos Juros simples.

Representando o ganho que seria o Juros = C x i x t = 40000 x 0,05 x 1 = 2.000

Resposta: O ganho foi menor que 2.200. ERRADO

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